02/07/2022
IPOs e tokens: quais são as principais teses de investimento cripto para 2021?

IPOs e tokens: quais são as principais teses de investimento cripto para 2021?

Traduzido e editado por Daniela Pereira do Nascimento. Fonte: Cryptotimes

É apenas impressão ou os 50 principais criptoativos parecem… sensíveis?

No auge da grande queda no fim de 2017 e começo de 2018, tudo estava sobrevalorizado e grande parte dos ativos pareciam não ter um propósito claro. Hoje, metade das dez principais criptomoedas proof-of-work (PoW) podem ser inúteis, mas o bitcoin totaliza cerca de 90% de seu valor com alguns complementos interessantes e focados em privacidade competindo pelas migalhas. Existem oito stablecoins equivalentes a US$ 250 milhões para compensar o fato de que redes de “dinheiro privado” protegidas pelo efeito Lindy — de que o tempo irá compensar sua dominância —, como XRP e XLM, persistem no top dez, apesar de sua inanidade.

Existem meia dúzia de plataformas de contratos autônomos que competem por participação de mercado no top 50. Grande parte gera fluxos monetários (na teoria, pelo menos), conforme investidores asseguram transações ao aplicarem depósitos de staking em seus blockchains, e ganham taxas de gás e senhoriagem. Existe espaço para diversos vencedores aqui? Nem mesmo os principais desenvolvedores da Ethereum acreditam que o blockchain-base da ETH 2.0 será capaz de processar 100% das transações no futuro, então você entende por que a dominância do ETH nesse setor é de apenas 70%. Quais outros tokens de redes de primeira camada ou de segunda camada irão se beneficiar da explosão das aplicações cripto? Também são passíveis de investimentos?

Mesmo se você achar que tem as perguntas para essas respostas, você conseguiria ter um desempenho melhor do que BTC e ETH no quesito gás, taxas, taxas de administração e valor do seu tempo?

Talvez. Porém, grande parte de seu desempenho provavelmente virá de fontes internas (os ricos ficam mais ricos), de sua proeza na engenharia (você sabe as regras do jogo melhor do que ninguém e joga para ganhar, mas é extremamente competitivo nos jogo de blockchain), ou de suas apostas grandes, convictas e incomuns de que um ativo que você gosta é facilmente mal compreendido por muitas outras pessoas inteligentes. Isso é bem difícil.

Existem muitas nuances no investimento cripto e a complexidade só aumenta a cada dia. Se você consegue lidar com isso, a melhor forma de apostar em cripto é por meio de fundos cripto. Não importa se for por meio de uma gestora passiva como a Grayscale ou uma investidora ativa como a Paradigm. Apenas depende se você acredita que o fundo possa ter um melhor desempenho que o bitcoin e se você pode ter acesso à gestora de fundos. Tanto investidores passivos como ativos (exceto aqueles que arruinaram tudo alavancando suas posições) tiveram ótimos anos e não mostram sinais de que vão parar tão cedo. É difícil competir com as grandes empresas, mas é ainda mais difícil derrotar as “baleias”.

1 Stablecoins como estimulantes

Um dos aspectos mais positivos do recente mercado de alta (ou “bull run”) é que foi consequência de grandes narrativas macro. O BTC ascendeu, apesar de ter perdido seu status de reserva como uma moeda de câmbio desde o último ciclo (stablecoins tomaram esse lugar), e ETH sobreviveu, apesar de ter perdido seu status de reserva para ICOs e DeFi (novamente, graças às stablecoins). O que acontece é que ambas as criptocommodities (BTC como o ouro digital e ETH como um combustível para uma nova plataforma computacional) atingiram grandes marcos que removeram o risco de sua viabilidade como investimento, a partir de uma perspectiva de reserva de valor.

Blockchains públicos estão se dolarizando – Geralmente, stablecoins totalizam mais de 40% do volume diário transacional no Bitcoin e na Ethereum

Com poucas exceções (a crise de liquidez da “quinta-feira sombria” de março), o bitcoin continuou sendo um investimento descorrelacionado ao ouro com uma boa proporção. Seu halving recente diminuiu a inflação abaixo da taxa-alvo do Federal Reserve pela primeira vez. A inflação da Ethereum também será reduzida com a migração para a ETH 2.0, quando o valor começará a acumular para detentores de ETH: dezenas de milhões de dólares em senhoriagem de staking e quase grande parte será queimada via taxas de transação (“gás”). Outras plataformas podem chamar a atenção de investidores institucionais mas, por enquanto, é apenas uma corrida de dois cavalos.

O auge dos criptodólares são, de forma contraintuitiva, apenas outra possível catálise para o mercado neste ciclo. Stablecoins mantêm ativos bloqueados no ecossistema cripto conforme o fluxo de fiduciárias tende a ir em uma só direção a fim de obter vantagem das altíssimas taxas de juros e melhorias de 10x em intervalos de liquidação em corretoras cripto. Se houver cenários desfavoráveis (depósitos de garantias forem confiscados ou medidas repressivas de regulamentação matarem o apoio às stablecoins), isso provavelmente fará com que investidores reconsiderem BTC e ETH como reservas.

Saldos de stablecoins em corretoras — Das US$ 15 bilhões de stablecoins emitidas na Ethereum, cerca de 33% são armazenadas em corretoras centralizadas e descentralizadas

2) Passivo-agressividade

Se você é um investidor qualificado, mas não quer perder tempo de olho em seus fundos cripto ou aproveitando grandes ativos DeFi, sua melhor opção é alavancar os produtos da Grayscale.

Se você se sente confortável com um período de espera de seis a 12 meses, você pode se arriscar nos grandes ativos implícitos (BTC, ETH, LTC) e provavelmente vender as participações no futuro a um prêmio significativo à vista. Atualmente, o fundo de bitcoin da Grayscale (GBTC) é negociado a um prêmio de 30% em relação ao valor líquido do ativo (NAV) e não é negociado com desconto há quatro anos. O fundo de ether (ETHE) é negociado a um prêmio de 60% e nunca foi negociado a um prêmio abaixo de 15%. O fundo de litecoin (LTCN) é negociado a múltiplos de distância de seu preço real. Mesmo quando os prêmios diminuírem, é improvável que sejam reduzidos o suficiente, então você pode ir salvando alguns cupons da cartelinha enquanto obtém exposição via grandes empresas.

Gráfico de desconto ou prêmio no valor líquido do ativo (NAV)

3) Rastreando portfólios de gestoras de fundos cripto

Ah, você não é um investidor qualificado? Uma das coisas mais legais sobre cripto é que é possível identificar endereços de carteira de fundos, rastrear seus fluxos e imitar suas posições.

Temos certeza de que empresas levarão privacidade a sério daqui a algum tempo, mas foi possível descobrir alguns investimentos privados em projetos como Numerai, Arweave e Synthetix beeeem antes de serem anunciados, simplesmente ao analisar o blockchain. Clique aqui para conferir uma compilação de rastreadores de portfólios líquidos que combinam com as posições divulgadas de grandes empresas de capital de risco. Então, se você não pode se comprometer ao fornecimento de liquidez ao 16z ou USV; ou a um fundo de hedge ou de capital de risco cripto como Blockchain Capital, Digital Currency Group, Multicoin, Pantera, Polychain, Placeholder ou Paradigm; ou a um fundo de corretora como Binance Labs, Coinbase Ventures e Huobi; você pode pelo menos copiar e colar seus portfólios líquidos!

Não recomendamos fazer isso às cegas. Muitos desses investidores apoiam projetos em seu pré-lançamento a descontos de 90% quando são negociadas, então seus rendimentos podem ser significativamente maiores do que o desempenho do ativo pós-negociação em corretora sugerir. A aposta é que gestoras de fundos terão um melhor desempenho do que BTC e ETH em 2021, mesmo se acabarmos em um rali de preço 5-10x. Essa é uma grande reversão desde a época de ceticismo em relação a fundos cripto, mas também significa que parte de seu alfa é sua sacola de dinheiro. (Então é preciso ter cuidado antes de copiar e colar essas posições.)

4) Exatidão direcional (desenvolva e compre)

Um dos piores conselhos que se pode receber ao trabalhar com cripto em tempo integral é que não se deve receber um salário de uma empresa cripto e investir muito nos ativos implícitos do mercado. Muita concentração e pouca segurança. Felizmente, é possível ignorar isso e espera-se que outros empreendedores também irão fazê-lo.

O motivo é simples: a internet gerou trilhões de dólares de riqueza para empreendedores e inovadores. Grande parte desse valor foi obtido por startups que crescem para se tornar grandes empresas listadas em bolsa (via ofertas iniciais de moeda, IPOs, ou aquisições da FANGA — Facebook, Apple, Microsoft, Google e Amazon). Porém, recompensas são bem concentradas e milhares de outros empreendedores, que também perceberam o valor da internet e fracassaram, não participaram adequadamente do auge. Para se tornar um empreendedor ou um investidor em tecnologia de sucesso, é preciso estar certo tanto sobre o mercado como sobre as empresas específicas a se apoiar. Em cripto, por outro lado, você só precisa estar certo sobre os mercados.

O resto está alavancado.

A democratização das recompensas é o que ajuda observadores curiosos a se demitirem de seus empregos e começarem a desenvolver. É o que ajuda fracassos a serem superados por novos projetos de forma mais tranquila. É o que mantém toda a comunidade cripto unida e seguindo em frente, na direção de objetivos maiores. Você pode ficar de escanteio e fazer apostas passivas bem-sucedidas em alguns dos ativos e mercados de maior potencial da geração, mas é mil vezes mais legal se juntar à luta.

5) Fundos de capital de risco tradicionais estão em posição desfavorável

A morte do capital de risco é muito exagerada, mas duvidamos que empresas “tradicionais” de capital de risco irão participar desse próximo ciclo, a menos que já estejam participando (USV, a16z). Existe um grande efeito de riqueza que garante que muitos contribuidores iniciais de cripto possam se tornar contribuidores de capital “seed” (para impulsionar seu crescimento) a etapas iniciais de diversos projetos da comunidade. Muitos dos fundos mais prestigiados (Paradigm, Placeholder, Polychain etc.) têm reputações que atendem ou ultrapassam as das empresas tradicionais.

De início, cripto precisa de stakeholders ativos e, geralmente, visam começar com grandes sindicatos de apoiadores em vez de vender 20% de sua rede a investidores únicos. A mentalidade de “IPO logo de início” foi normalizada por esses tipos de projetos, que fazem empresas que realizam rodadas “series B+” (para a expansão de seu alcance de mercado) parecem meio anacrônicas. Muitos investidores tradicionais podem achar mais fácil apoiar fundos cripto em vez de realizar um investimento direto. A porta está se fechando para que capitalizem ainda neste ciclo. Poucos fundos de capital de risco entendem isso.

6) O calendário de IPOs cripto

Em termos de megacandidatos de IPOs nos EUA, existem quatro para prestar atenção mas, talvez, a mais interessante vai ser a menos provável.

Coinbase

Ações da Coinbase foram precificadas em mercados secundários entre US$ 7 bilhões e US$ 12 bilhões. Isso faz sentido dada a sua recente arrecadação de US$ 8 bilhões durante o último ciclo inconstante de mercado e as inúmeras ameaçadas que recebe desde 2017. Coinbase possui quatro vantagens em ser listada:

1. por possuir um nome familiar, a Coinbase é dominante devido à sua reputação em evitar fraudes, assegurar custódia e ter um bom design;

2. o modelo de taxas da empresa continuou resiliente, preservando o modelo de taxa de transação de 1% em sua plataforma principal de carteira enquanto diminuir as taxas em sua corretora Pro foi uma tacada de mestre — não se sabe se opções de baixo custo como Square e PayPal terão muita chance por conta da dominância da Coinbase;

3. Coinbase se tornou um grande player no jogo da custódia e lucrará uma receita significativa desse setor conforme staking se torna um componente novo e importante da governança cripto; e

4. a empresa é a “queridinha” dos reguladores. BitMEX, Huobi, OKEx e Binance tiveram problemas com as autoridades em 2020, menos a Coinbase.

Kraken

A Kraken é uma opção interessante. Sua aquisição e integração da plataforma britânica de derivativos Crypto Facilities pode ter sido uma das fusões e aquisições (M&A) mais lucrativas da indústria até hoje. A empresa acaba de lançar um banco cripto em Wyoming. Possui uma plataforma de dados bem-sucedida chamada CryptoWatch. A corretora continua sendo uma das cinco maiores plataformas de negociação à vista em todo o mundo. Sua última valoração de US$ 4 bilhões parece um marco conservador para uma empresa com uma presença global forte e tradicional, bem como um histórico de crescimento atrativo e inorgânico.

BlockFi

A BlockFi tem flertado com a ideia de uma oferta pública desde o início de 2020 e cresceram (e arrecadaram dinheiro) a um ritmo impressionante. Hoje, é a líder no mercado de empréstimos de varejo cripto, mas ainda não ficou claro

a.se têm uma vantagem competitiva sustentável, ou se Coinbase e seus amigos conseguirão abocanhar sua participação de mercado se entrarem para o setor de empréstimos;

1. se a unidade econômica da empresa está em perigo, já que a margem de juros líquida no empréstimo cripto diminuiu rapidamente; e

2. quão efetivas são suas políticas de gerenciamento de risco.

Apenas leva um semestre ruim para falir esse tipo de negócio, conforme demonstrou o Cred.

7) O calendário de não IPOs cripto: DCG

Sinceramente, é difícil imaginar o Digital Currency Group ser listado em bolsa, então talvez nunca saberemos quanto a empresa realmente vale. Barry Silbert não tem ar de CEO de uma empresa listada em bolsa (por que ser Warren Buffett se você pode ser Charles Koch?) e a empresa nunca precisará de mais dinheiro. Uma apresentação de 2018 mostrou que a empresa tinha US$ 500 milhões de ativos e nenhuma dívida ao longo de junho daquele ano. Desde então, o preço do bitcoin triplicou enquanto as subsidiárias DCG aumentaram sua receita em cinco vezes. Juntas, as empresas irão ultrapassar US$ 150 milhões em lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) em 2020 e seu crescimento está acelerando devido ao monopólio da Grayscale sobre o mercado de “ETFs” cripto. Além disso, esses números são basicamente anuidades já que a Grayscale está estruturada de tal forma que ativos sob gestão literalmente não podem alcançar. Suas taxas só serão ameaçadas por competidores quando novos produtos forem aprovados e/ou passem por algum tipo de problema regulatório inexplicável.

“É sério? E a liquidez para investidores iniciais?”

Na verdade, eles têm uma solução lógica para isso.

Segundo SecondMarket, antecessora da DCG, ofertas de aquisição de empresas privadas eram parte integral do negócio. A mesma especialização em mercados privados foi o que ajudou Barry e companhia a identificarem o ardiloso caminho à comercialização dos fundos da Grayscale. DCG realizou diversas aquisições de ações privadas no fim de 2017 como parte de uma reestruturação da empresa. Não seria de se surpreender se realizarem mais dessas aquisições em 2021. A empresa comprou de volta ações a uma valoração de US$ 650 milhões em dezembro de 2017, mesmo que seus balanços com ativos líquidos fossem maiores do que isso na época (graças àquela queda do BTC). A aposta está em Barry por uma grande compra gradual de gestão (até mesmo em conjunto com seu amigo bilionário Glenn Hutchins) quando quiser, antes do DCG ser listado em bolsa.

Não espere que DCG seja listada em 2021. Jack Purdy (Messari) acredita que é uma empresa de US$ 4 bilhões. Acreditamos que está próxima dos US$ 15 bilhões. Isso não importa. DCG poderia ter a primeira impressão de seu EBITDA de um bilhão de dólares em 2021 se o bitcoin chegar a US$ 100 mil e viveríamos felizes (e privados) para sempre.

Valoração de soma das partes do Digital Currency Group (em milhões de dólares)

8) Principais alvos de fusões e aquisições

DCG pode ser um caso isolado em termos de geração de lucro, mas não é a única empresa que está cheia da grana agora. Mercados de alta criam efeitos de riqueza e todas as grandes corretoras e projetos cripto parecidos produzindo senhoriagem terão muito para gastar no próximo ciclo. Ao mesmo tempo, Wall Street pode sentir a necessidade de adquirir infraestruturas, criando três diferentes conjuntos de compradores com orçamentos de bilhões de dólares para investimentos estratégicos. Se BTC atingir a mágica capitalização de mercado de US$ 1 trilhão em 2021, não é possível imaginar quantos bancos podem tentar alcançá-lo sem se comprometerem a um sério crescimento inorgânico por meio de M&As. Precisarão de cerca exposição ao crescimento em um ambiente de juros negativos.

Quais são as principais apostas? Prime brokers (BitGo), custódia (Anchorage) e dados (CoinGecko, Etherscan).

9) Trabalhe para ganhar: financie, vote e desenvolva

No fim do dia, alguém precisa trabalhar. Felizmente, nunca houve um melhor momento para se unir à luta (seja meio período ou em tempo integral) e começar a contribuir. Basicamente, isso significa que você pode trazer uma dentre três coisas à mesa: código, capital ou conteúdo.

A mentalidade sempre foi a de incentivar desenvolvedores a realmente criarem esses protocolos. Este ano, contribuidores, que não são fundos de capital de risco, finalmente tiveram seu momento graças a “liquidity mining” — quando formadores de mercado ganham recompensas para fornecer liquidez a um token específico. Porém, grande parte dos projetos também está começando a abrir suas carteiras para produtores de conteúdo, consultores, marqueteiros e até mesmo supervisores e representantes de votação para patrocinar recursos educacionais, facilitar comunicações com stakeholders em um mercado tumultuoso e garantir que as pessoas revisem propostas e votem em parâmetros do sistema.

10) Ativos indicados pela equipe da Messari (para “HODLing”)

Não quer saber o que a Messari acha? Quer ver o portfólio deles?

Um analista de pesquisa tradicional pode não gostar que a Messari se exponha a risco com alguns ativos que acompanha. Porém, é importante entender que a equipe evitou algumas restrições complexas de negociação em suas análises (com exceções óbvias) porque acredita que isso é contraproducente. Se você entende tão bem sobre cripto, por que não arregaça as mangas e participa desses protocolos?

Ryan Selkis: BTC, ETH, ZEC, YFI, FIL, LTC (via Grayscale, e não à vista), LUNA, SIA, ANT, NXM, REN e vários outros.

Ryan Watkins: ETH, RUNE, YFI, HNT, CVP, ANT, LUNA, CREAM, RPL. Basicamente: compre ativos DeFi e ether e aposte na inovação de governança.

Wilson Withiam: ETH, BTC, HNT, UNI, liquidez entre blockchains (RUNE) e redes de staking de liquidez (RPL), bem como DOT/KSM (ofertas iniciais de parachains que relembram a febre das ICOs em 2017 e KSM pode aparecer por aí).

Aidan Mott: BTC, ETH, renZEC, CVP, HEGIC, CHI (tokens de compra de gás que estão canibalizando o mercado de espaço de blocos na Ethereum), YAX e AXS (junção de CryptoKitties e Tamagotchis: por que não amar?).

Mason Nystrom: ETH, BTC, UNI, YFI, ANT (após a fusão com ANJ), tokens de governança que geram rendimentos, AXS, redes e mercados governados pela comunidade (RARI, AUDIO), blockchains de aplicação específica (HNT), tokens (NFTs e ERC-20) com parcerias exclusivas (NBA Top Shot, SoRare, CHZ).

Jack Purdy: HNT, BTC, ETH, YFI, ALPHA, HEGIC, PERP — derivativos descentralizados são corretoras descentralizadas de 2019: divulgadas, mas (ainda) sem muita usabilidade. Esperamos que chamem a atenção em 2021.

Eric Turner: BTC, ETH, ZEC, YFI, MLN, RUNE, CVP (qualquer coisa que agregue liquidez, rendimento, governança etc.) facilitam a participação das pessoas.

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