24/05/2022
Altcoins: conheças as criptomoedas alternativas ao Bitcoin

Altcoins: conheças as criptomoedas alternativas ao Bitcoin

Embora o Bitcoin seja a mais antiga das criptomoedas, existem centenas de outras, embora com propósitos diferentes. Veja quais são e para que servem!

Altcoins, ou criptomoedas alternativas, funcionam de maneira semelhante ao Bitcoin. Deste modo, podem ser livremente enviadas entre os usuários, além de contar com um registro em banco de dados sem um coordenador central. 

Entretanto, a minoria concorre diretamente com o Bitcoin na função de moeda digital e reserva de valor. Ou seja, Ethereum, Ripple, Litecoin, ChainLink e as demais criptomoedas buscam seu próprio espaço no universo de ativos digitais. Acompanhe aqui alguns de seus diferenciais.

Altcoins de privacidade

Embora seja possível tentar ocultar o rastro de transações no blockchain, este banco de dados distribuído na rede, não há uma solução perfeita.

Dessa maneira, algumas altcoins foram criados buscando trazer privacidade aos usuários, ocultando valores e saldos. Dentre esses, destacam-se Monero (XMR) e ZCash (ZEC).

No entanto, cabe lembrar que o próprio Bitcoin e Ethereum são anônimos, ou seja, é possível ver o saldo de endereços e volume das transferências, porém a informação do dono de cada conta não é pública.

Tokens de utilidade

Esta classe de altcoins busca criar seu próprio ecossistema, como as milhas aéreas ou pontos do programa de fidelidade. O exemplo mais conhecido é a Basic Attention Token (BAT), token do navegador de internet Brave. Usuários são remunerados para assistir propagandas, que, por sua vez, podem presentear produtores de conteúdo.

No Brasil, um dos mais negociados é o token Chiliz (CHZ), da plataforma socios.com de times de futebol e atletas. O foco não é a perspectiva de valorização, e sim a possibilidade de interagir com um time de futebol, ou obter acesso prioritário na venda de ingressos e similares.

Smart contracts, os contratos programáveis

A mais importante onda em altcoins atualmente são os contratos programáveis. Deste modo, permitem que uma função seja executada somente quando certas condições forem atingidas.

Desta forma, foi possível criar contratos de empréstimo, por exemplo. Um usuário coloca Ethereum (ETH) de garantia, e em troca recebe uma stablecoin, criptomoeda pareada ao dólar.

Quando o valor é devolvido, o contrato programável calcula a taxa de juros do período, e cada um recebe o combinado. Em caso de falha na devolução do empréstimo, o Ethereum (ETH) de garantia é utilizado para compensar a perda.

Fonte: DCI

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